You are currently browsing the category archive for the ‘fotografia’ category.

Mais um filme lindo na rede. A cineasta argentina Lucrecia Martel dirigiu um curta extremamente feminino para a grife Miu Miu. Enigmático e repleto de sutilezas, o filme mostra mulheres belíssimas em um barco usando as roupas sensacionais da marca, claaaaaro. Filmado no Paraguai, o curta é tenso e conta um clima de mistério e intrigas, amparado por imagens lindas e roupas fabulosas.

Confira abaixo:

O fotógrafo americano Jason Lee decidiu criar um blog com fotos das suas filhas para mostrar para sua mãe que havia recebido um diagnóstico de linfoma e não poderia receber a visita das netas. O resultado fez tanto sucesso – e ficou tão lindo – que pode ser visto no blog que ele ainda mantém.

Ballerina Project foi uma das melhores surpresas do facebook nos últimos meses. Um grupo de bailarinas são fotografadas em diversos pontos de cidades como Nova Iorque e Boston… dançando. As fotos – lindas – podem ser compradas na página do projeto na rede social.

Alguns fotógrafos realmente são surpreendentes. Recebemos o link do trabalho da argentina Irina Werning que se transformou automaticamente no favorito do dia. Enjoy it!

Retomamos a seção Polar Tips, com os relatos sensoriais de viagens dos amigos, queridos e clientes Polar Studio. Segue um roteiro de viagem de uma das melhores fotógrafas que conheço, a *Carol Sachs, que nos enviou um relato delicioso acompanhado das belíssimas imagens abaixo. Enjoy it!

***

Em novembro do ano passado eu fiz um cruzeiro a trabalho pela Itália. Começava em Roma e terminava em Veneza, onde meu namorado morava temporariamente. Combinamos bem direitinho, sexta-feira as duas e meia da tarde ele me encontraria na estação de San Basílio onde o navio aporta, já com o carro alugado para subirmos a montanha no final de semana e matar as saudades de um mês sem se ver. O capitão do navio anunciou que a entrada em Veneza estava prevista para as duas, então lá pelo meio dia fui fazer um sauninha. De repente escuto no auto-falante “Agora estamos passando pelo Lido, uma das ilhas da lagoa de Veneza”, saí correndo tomar banho, vestiário lotado, desci pro quarto e, apressada, entre um corte de gilette e outro, escuto o capitão novamente “Agora nos aproximamos de San Marco, a praça mais importante da cidade”. Terminei o banho voando e, com uma mão na toalha e outra na câmera, consegui não pegar pneumonia e ainda fotografar a praça da varanda do quarto.

Fechei a mala, joguei qualquer pedaço de frango para dentro no almoço, mal me despedi dos companheiros de viagem e fui a primeira a descer do navio. Andei até a estação e… cadê o namorado? Eu estava um pouco adiantada, mas mesmo assim parei uma estranha e pedi o telefone emprestado: “Cadê vc?”, “Chegando em dois segundos!”. Logo depois, no telefone público “Cadê?” “Em San Basílio e vc?” “Tbém!!”. Quarenta minutos depois, frio e escuro e nada. Acontece que existem duas estações de vaporetto chamadas San Basílio, as duas onde aportam navios, em lugares diferentes. Seriam perto se Veneza não fosse a confusão de mini ruas, sopportegos e pontes que é, se existisse uma única linha reta. Mas não existe e levou tudo isso e ele finalmente chegou, sem carro. O Fiat 500 alugado especialmente para mim tinha virado um Panda de acordo com as micro-letras do contrato. Namorado bateu o pé, mas só conseguiram o 500 depois. Pegamos o trem até Mestre, o 500, um mapa, um sanduíche de prosciutto crudo (meu mais preferido ever) e fomos.

O destino era um agriturismo perto do parque nacional das Dolomitas. Agriturismo são acomodações em casas de fazenda da região, tem muito nessa parte da Itália. Claro que a gente se perdeu, andou em círculos loucamente e uma hora depois se viu de volta em Veneza, desejando não gostar tanto de mapas a ponto de não alugar GPS.

Eu sei, parece uma viagem dos infernos, ou pior(!!), uma viagem clichê dos infernos, dessas de filme onde tudo dá errado, bem do tipo que eu odeio. Mas em algum momento, depois de uma tentativa frustrada de falar inglês ou italiano no telefone com a dona do lugar, a gente chegou. Numa casa enorme, toda de pedra, com a maior mesa de jantar que eu já vi na vida, uma sala grande com sofás delícia e a lareira acesa, banheiro quentinho com calefação, cama grande e uma moça fofa esperando a gente. Fomos jantar num restaurantinho local super simples, mas barato e gostoso. Duro só foi a grappa no final, que um amigo italiano chamaria de diesel, não de grappa.

No caminho de volta, comentamos como parecia especial aquela casa e que dava muita vontade de voltar todo ano e de mandar todos os amigos para lá. Foi qndo lembrei do email da querida Denise, me pedindo para escrever algo sobre as minhas viagens. Só podia ser sobre isso, um lugar que acaba com qualquer mau humor instantaneamente e deixa um quentinho no coração.

Tem muito mais sobre esse final de semana, como a quebra do 500 na beira da estrada e comidas incríveis com trufas brancas, mas isso fica para uma próxima. Por enquanto deixo as fotos do agriturismo e um pequeno teaser do que são as Dolomitas no outono: uma das paisagens mais lindas que meus olhos já viram.

E lá vai a info então:

Azienda Agrícola Gesiol (http://www.gesiol.it/ – as fotos não fazem muito jus ao lugar, mas sim, a roupa de cama é feia mesmo e sim, tem um pinico no quarto, hihi).

Dá para reservar por aqui: http://www.parks.it/agr/gesiol/Eindex.php

Mas atenção que não é hotel, funciona assim: metade da casa é dos donos, metade dos hóspedes, fica bem separadinho e eles só usam a parte deles. Todo dia no café ela vem ver se está tudo bem, se você precisa de alguma coisa e depois te deixa em paz, tipo simpática sem ser invasiva. O café em si é simples, mas eu mesma não preciso mais que isso: pão fresco, presunto e queijo ou salame, manteiga e geléia, alguma coisa doce que varia todo dia entre tortas caseiras e pães doces, leite, iogurte, café e chá. Tem uma mini cozinha que você pode usar para fazer outra coisa se quiser. Uma boa pode ser comprar uns quitutes na verdade, já que eles só servem café da manhã e de resto você tem que comer fora e não é perto.

Quartos: no primeiro andar tem dois, um deles o que eu fiquei. No segundo tem mais que eu não vi. O banheiro é dividido entre os quartos, mas na época que a gente foi só estava a gente lá, então foi tranquilo. De qualquer forma o chuveiro é bom e é tudo super novo e limpinho, eles devem ter renovado recentemente. E custa €70 a noite para duas pessoas.

Atenção número dois: tem que ir de carro!!! Tem uma cidadezinha mais fofa que a outra na região, você nem chega na acomodação de outra maneira (afinal, é uma fazenda agrícola) e o melhor é dirigir pelas estradas das montanhas e ir jantar cada dia numa vila diferente.

*Carol Sachs é uma fotógrafa brasileira que adora rodar o mundo e colecionar belas imagens. Saiba mais sobre seu trabalho em:www.carolsachs.com

Conheçam o trabalho da fotógrafa Vee Speers, australiana, porém residente em Paris desde 1990.
Seu trabalho que mais chama atenção é a série “Birthday Party” que consiste em diversos retratos tendo como tema uma festa de aniversário imaginária. Veja algumas fotos:


www.veespeers.com

Nicola Costantino é uma artista plástica argentina. A Galeria Baró trouxe ao Brasil algumas de suas obras na exposição “Mi Doble”. A reflexão da artista sobre o outro fez com que ela própria criasse “una doble”. Um clone. Um boneco dela mesma que causou tanto estranhamento na artista que fez com que ela mesma o destruísse. A curiosidade é que o processo de criação e destruição da doble aconteceu simultaneamente a gravidez da artista. Um dos objetivos era se ver grávida sob um ponto de vista “externo”.
Hoje, Nicola está feliz com seu filho, Aquiles. E a doble mora em pequenas caixinhas em seu atelier, em pequenos pedaços que um dia podem voltar a ressurgir caso a curiosidade da artista permita.
Acima, o trailer que mostra um pouco da vida e morte de su doble.

O ano de 2010 começava e a Polar publicou aqui, no Polarlog, um post sobre a fotógrafa curitibana Carol Sachs. Esta semana, a Top Shop publicou um post sobre o trabalho dela, que vem a ser a nossa fotógrafa preferida. O talento da Carol é superlativo. Falar dele é redundante. Pra fechar esta semana maluca cheia de surpresas e furacões selecionamos algumas fotos recentes publicadas em seu blog, feitas no festival inglês Glastonbury e em Tókio. Confiram abaixo:

Enquanto aguardo a estréia do longa Alice in Wonderland, do  Tim Burton, leio o clássico de Lewis Carroll, reeditado pela Cosac e Naif em edição especial, com 3 mil exemplares, com tradução feita pelo historiador e professor da Universidade de Harvard Nicolau Sevcenko e ilustrações do paulista Luiz Zerbini.  Super candidato a hit na lista de natal de quem adora a história.

Enquanto o filme não vem, ficamos com a prévia no trailler:

convite exposicao

No dia 07 de novembro, a Super Cool Market recebe um novo corner, da Polar Store, que irá comercializar itens exclusivos em edição limitada, como os Monoblocks, cadernos argentinos elaborados com papel de parede vintage, dos anos 40, candidato a hit nas listas de presentes deste natal.

Para experimentar os Monoblocks, foram convidadas seis artistas: designers, ilustradoras, estilistas cantoras e artistas plásticas. Elas usaram os cadernos durante 40 dias e registraram em suas páginas projetos ou idéias inacabadas.

O processo foi documentado através do blog: www.polarstudio.com.br/monoart. E o resultado se transformou em uma exposição que reúne os melhores trabalhos de todas as artistas envolvidas, que são:

Alessandra Soares
Jana Magalhães
Julia Valle
Juliana Freire
Tiê
Tulipa Ruiz

SERVIÇO

Abertura Exposição MonoArt + Corner Polar
Quando: 07 de novembro
Horário: Das 14h às 18h
Endereço: Rua Purpurina, 219 – Vila Madalena
Tel: (11) 3031-1663

www.supercoolmarket.com.br
www.twitter.com/supercoolmarket

http://www.polarstudio.com.br/monoart/
http://twitter.com/PolarStudio

Join 9 other followers

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.